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História 

A Escola Ana Maria Monteggia teve sua origem na Escola de Educação Infantil Pedacinho de Sol, através do Parecer nº 873/92 do CEED-RS de 22.09.1992. Em 04 de janeiro de 1994 o CEED-RS, Parecer 12/94 autoriza a implantação de 1ª a 4ª séries do Esino Fundamental. No Parecer CEED-RS nº 73/2003 credenciou e autorizou o funcionamento da 5ª série do Ensino Fundamental. Finalmente e, 28 de outurbro de 2009. o Parecer nº 726/2009 autorizou o funcionamento de 6ª, 7ª e 8ª séries do Ensino Fundamental. 

 

Lição de Casa X Família

Uma relação fundamental

DICAS PARA EXECUTAR AS TAREFAS 

Cada vez mais cedo, os alunos têm uma missão fora da instituição: a lição de casa. A tarefa, no entanto, não deve ser encarada como um bicho de sete cabeças dentro do processo educativo. Pais e filhos devem criar um ambiente propício para a execução da lição de casa e transformar a ação num processo agradável, sem traumas ou pressão. O envolvimento da família nas atividades enviadas pela escola é fundamental. “ Toda ação educativa só vai ter efeito se todos os responsáveis pelas crianças e adolescentes se envolverem. E isso diz respeito à própria escola e à família”. 


1- A família deve estar ciente do encaminhamento da lição de casa, como os dias e a periodicidade que as lições são enviadas. 

2- Organize o horário que o aluno vai estudar dentro de casa. Observe como ele se adapta melhor, se é pela manhã, pela tarde ou pela noite, e aceite a contribuição da criança ou do adolescente na definição desse horário. 

3- Fique atento às necessidades do aluno, dependendo da sua faixa etária. O aluno pode precisar de outros recursos para executar as lições, uma gramática ou dicionário atualizados, por exemplo. É importante lembrar que a internet não oferece todos os recursos ou respostas. 

4- Ampliar o diálogo e n ao fazer cobranças desnecessárias. Uma dica é mudar o foco e não falar apenas da lição de casa. Buscar outras formas de se relacionar com a criança e ou/ adolescente sobre os estudos. 

5- Receber orientações da escola sobre as lições e manter-se informado sobre o desempenho do aluno. 



 Família, Professor e Escola

Vínculos afetivos, limites e autoestima na aprendizagem 

A escola é uma grande parceira da família ou a família é a grande parceira da escola. Tanto faz a ordem em que se coloque, pois o mais importante é que ambas cumpram com o seu papel educador. 
Tanto a família quanto a escola devem viabilizar relações pautadas na afetividade e no adequado desempenho de papéis. 
Ao viverem ora como aluno, ora como filho, aprende as normas sociais e éticas e compreendem o seu lugar no mundo. 
Contudo, se os adultos se eximirem de sua tarefa educativa, como a criança se constituirá “sujeito” e como entenderá o mundo e seu funcionamento? 
O que uma família tem que fazer nenhuma escola consegue substituir, por melhor que seja; o que a escola tem que fazer as famílias não consegue, mesmo sendo educadoras. 
A família tem o papel de acolher a criança e promover individuação e pertencimento. No convívio diário, nas conversas, na forma de proceder diante das rotinas do dia a dia é que as crenças, os ritos de sua família, assim como a forma deles de viver e conviver. 
A escola tem o papel de socializar o conhecimento e as relações. Ela precisa promover um espaço educativo propício aos riscos de acertar e errar, de levantar hipótese, de discorrer o pensamento, enfim, um espaço de aprendizagem. Esse contexto é individual e coletivo, é solitário e participativo. 
Torna-se, portanto, fundamental o grupo, as trocas, as diferenças. Diante desse movimento, é fácil entender que o grupo funcionará regido por normas e por regras de funcionamento, colorido pelo tom e pela temperatura das relações afetivas. 
A escola é uma instituição do domínio coletivo, dos grupos, das trocas, e a família, é do domínio do mais reservado, do particular e do específico. 
Tanto os pais quanto os professores devem ter claro que a afetividade, segundo o autor Wallon, é construída a partir da qualidade das relações que a criança estabelece e é determinante para a construção da personalidade. À medida que a criança vai crescendo e se desenvolvendo, vai ampliando sua capacidade relacional e afetiva. A afetividade se manifesta através das emoções e dos sentimentos. 
O que organiza as relações são os limites, as fronteiras relacionais que estabelecemos com as pessoas. Fronteiras nítidas desenvolverão relações adequadas e respeitosas. Fronteiras difusas desenvolverão relações misturadas e caóticas. As fronteiras rígidas desenvolverão relações distanciadas e autoritárias. 
Portanto, precisamos prestar atenção em como estabelece mos nossas relações. Promovemos autonomia ou simplesmente controlamos nossos alunos e filhos? Fazemos encaminhamentos? Damos-lhes as regras ou fazemos por nossos alunos e filhos para encurtar o caminho e não nos estressar? 
Volto a afirmar que se viver fosse um jogo, seria um jogo de regras. No entanto, para se jogar esse jogo, é preciso acreditar que vale a pena esse compartilhamento. Só o amor não educa,mas se educa com amor.